O que é?

O descolamento prematuro de placenta é a separação inesperada, intempestiva e prematura da placenta após a 20ª-22º semana de gestação.

Quais as causas?

As causas podem ser não traumáticas (como casos de hipertensão crônica ou pré-eclampsia, por exemplo) ou traumáticas (excepcionais, representando apenas 1% dos casos).

Quais as queixas?

As principais queixas são: sangramento, dor, útero endurecido e comprometimento hemodinâmico, podendo levar a choque hemorrágico, às vezes incompatível com o grau de sangramento visível pela vagina, pois o sangue pode ficar acumulado atrás da placenta ou dentro da bolsa das águas.

Como tratar?

Nos casos graves e não atendidos prontamente, pode haver comprometimento da vida do bebê e risco importante para a saúde da mãe. Assim, é importante tratar o quanto antes!

O tratamento consiste primeiramente em corrigir a volemia materna com infusão de líquidos pela veia e transfusão de sangue, com a interrupção da gravidez o mais breve possível. Estando o feto vivo, esta medida deve ser imediata, pois a demora poderá determinar o óbito fetal.

Caso o feto esteja morto, a demora poderá determinar maior perda de sangue e associar complicações de coagulação para a mãe. Portanto, nesses casos podemos aguardar a evolução para o parto normal por um período certo de tempo, sempre vigiando as condições de anemia e distúrbios de coagulação.

2017 © Todos os Direitos Reservados - Dra. Maria Angélica Belonia

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